(Homenagem ao Steve Jobs na homepage da Apple)
Trocadalho no título com todo o respeito (para quem não entendeu, "Aqui Esteve Jobs"), eis um cara "totalmente excelente" que viveu entre nós. Se tivesse 1/3 de saúde física como tinha de saúde intelectual, certamente revolucionaria nossas vidas mais algumas vezes.
Comecei a conhecer a Apple, e o Sr. Steve Jobs no fim do ano passado quando em Congonhas comprei o livro "A cabeça de Steve Jobs", pois me recomendaram como fonte de ideias de Marketing e Negócios. E num vôo de SP a Porto Alegre (pouco mais de uma hora) acabei o livro como se fosse um gibi de ficção com suas histórias fantásticas (quem quiser este livro emprestado, me fale pois vale a pena).
Alguns meses depois assimilei a "Doutrina Apple", quando numa mesma semana comprei um iPhone e dias depois, um MacBook do qual escrevo. Do contra e teimoso como sempre, achava exagerada a idolatria dos leais seguidores da Apple, mas ao desembalar o iPhone, já me vi doutrinado.
Desde a forma que os produtos Apple são embalados, para que ao abrir a caixa o usuário tenha uma experiência de consumo especial, até o primeiro "Welcome" ao ligar o aparato, parece que aquele aglomerado de alumínio, plástico e componentes eletrônicos ganha vida especialmente para você.
Alguns meses depois assimilei a "Doutrina Apple", quando numa mesma semana comprei um iPhone e dias depois, um MacBook do qual escrevo. Do contra e teimoso como sempre, achava exagerada a idolatria dos leais seguidores da Apple, mas ao desembalar o iPhone, já me vi doutrinado.
Desde a forma que os produtos Apple são embalados, para que ao abrir a caixa o usuário tenha uma experiência de consumo especial, até o primeiro "Welcome" ao ligar o aparato, parece que aquele aglomerado de alumínio, plástico e componentes eletrônicos ganha vida especialmente para você.
Mas vamos falar do Steve Jobs, que caso tivesse "se aposentado" após sua primeira saída da Apple em 1985 (quando tomou uma bolada de boliche nas costas), já estaria nos anais da História Humana. Mas vejam outras conquistas deste Ser, que individualmente serviriam como legado para a vida de qualquer um:
1985: foi forçado pelo Conselho de Administração da Apple por sua postura agressiva e "avançada demais", e fundou uma empresa chamada NeXT
1986: comprou a Pixar da Lucasfilm, empresa que criou um divisor de águas nas animações digitais com o filme "Toy Story"
1996: vendeu a Pixar para a Walt Disney Company por U$ 7,4 bilhões
1996: a Apple comprou a NeXT e Steve Jobs voltou à Apple como Consultor. Neste ano a Apple valia pouco mais de U$ 3 bilhões e estava bastante endividada
1997: Jobs foi convidado a assumir como CEO da Apple, e salvá-la dos perrengues financeiros
*Pularei os anos dos inventos do iMac, iPod, iPhone, iPad pois o sucesso dos mesmos vocês conhecem, e devem ter pelo menos um desses aparelhos em casa
2011: Jobs não só salvou a Apple das dívidas de 1996, como multiplicou por 100 (U$ 340 bilhões de dólares em agosto) o valor da empresa. Ah, em julho deste ano, em meio às crises dos EUA, a Apple chegou a ter mais dinheiro em caixa que o Governo dos EUA (ajudava o Obama, e ainda sobrava U$ 3 bilhões de troco)
Feitos interessantes, não? Daí o cara desenvolve uma forma de câncer das mais raras e silenciosas (2,1% de incidência mundial), de tratamento complexo e poucas chances de cura. Acredito em karma, e se existe uma relação de "coisas boas que fazemos" vs. "coisas ruins que sofremos", Steve Jobs tem tanto crédito que deve reencarnar logo logo como filho-herdeiro-único do Hugh Hefner (dono da Playboy), piloto de testes de Lamborghinis, ou Global Master Cervejeiro da InBev... (sonho de reencarnação de 11 em cada 10 Homens com Agá-Caixa-Alta).
Literalmente vá com Deus, e use tua genialidade para bolar um "iPort®" ou um "iGod®" para Ele selecionar com mais rapidez quem merece entrar no Paraíso!

Sensacional post!!!!! Muito bom japancada!!!!!
ResponderExcluirJordy
Pequeno Grande Jordy, obrigado! Acho que me superei com esse post, Steve Jobs ficaria orgulhoso.
ResponderExcluirJapancada